| Astrologia e Filosofia de José Prudêncio inaugura uma nova abordagem teórica e prática da orientação e da previsão. Abre o caminho para a criação duma nova disciplina universitária, a AstroFilosofia como Discurso sobre o Tempo e os Instintos, no contexto da linguagem, da hermenêutica e da filosofia como sabedoria de vida. Esclarece os fundamentos filosóficos da antiga astrologia grega e faz uma análise crítica dos seus pressupostos. Introduz concepções inovadoras sobre a natureza da identidade individual, do tempo, da liberdade e da previsão, da virtude e da felicidade.
AstroFilosofia, um Discurso sobre o Tempo e os Instintos, uma nova Filosofia de Orientação e Previsão, uma Sabedoria de Vida.
A renovação do antigo sincretismo da Filosofia Grega - a astrologia - à luz das modernas concepções sobre o Tempo e a Linguagem, a Mente e a Biologia.
Capítulo 1. trata do conflito entre a ciência e a astrologia, do estatuto epistemológico da astrologia; analisa o valor dos horóscopos das revistas; apresenta os resultados da investigação científica da astrologia; trata da hereditariedade astral e do problema das cesarianas; analisa criticamente o contexto e o sentido das práticas astrológicas.
Capítulo 2. trata da relação da astrologia com o cristianismo; da astrologia na Bíblia; das perspectivas de Santo Agostinho e de São Tomás de Aquino; dos Jesuítas e da astrologia; do ocultismo e da magia; do mito da Era do Aquário; da atitude adequada do crente cristão relativamente à astrologia.
Capítulo 3. aborda a origem e o desenvolvimento da "astrologia psicológica", esclarece as virtudes e os limites da abordagem psicológica da astrologia; compara os sistemas interpretativos da astrologia e da psicanálise; distingue a terapia centrada no passado da terapia centrada no futuro.
Capítulo 4. aborda a astrologia como legado grego, como fusão das concepções dos principais filósofos gregos; inaugura o conceito de AstroFilosofia e esclarece as suas implicações teóricas e práticas; recupera e renova conceitos tradicionais da astrologia; introduz conceitos inovadores que, provavelmente, vão causar a maior revolução no discurso sobre o céu desde a inclusão dos três planetas trans-saturninos - Urano, Neptuno e Plutão - no seu sistema simbólico.
Capítulo 5. fundamenta a orientação astrológica na análise do mapa das tendências individuais; mostra a utilidade da orientação astrológica para a compreensão e o desenvolvimento pessoal, para os relacionamentos, para a compreensão das crianças e dos adolescentes, para empresários; apresenta uma ética da orientação.
Capítulo 6. faz uma reflexão sobre as ideias de necesssidade, vontade, acaso, adivinhação, profecia e previsão; esclarece os limites e a utilidade da previsão do futuro; explica a ilusão do "livre-arbítrio" e de que modo se pode desenvolver a liberdade individual e construir um futuro mais feliz; apresenta uma ética da previsão.
Capítulo 7. mostra as inconsistências e os limites da auto-ajuda; lança as bases para uma astrologia cristã e budista no contexto da cultura ocidental; aborda a formação de "astrólogos filósofos"; apresenta uma visão da espiritualidade que parte de definições inovadoras dos conceitos de Deus, virtude, liberdade, futuro e felicidade.
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